quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Lumo em turnê: começou.

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Scalia, Pedro Pracchia e este que vos tecla

Nunca o Lumo Coletivo esteve em tantos lugares do Brasil ao mesmo tempo. Nesse exato momento, Gabriel está em Goiânia (cidade natal do Bielzinho? O cara já morou em tanto lugar que eu nunca sei.), Laura e Mayara ficaram em Recife e eu, Scalia, Dossa, Henrique, Aline e Judá (percussionista da Nuda) acabamos de chegar em São Paulo, primeiro ponto da segunda turnê da Nuda em 2009. Carlinhos já estava aqui na cidade há quase um mês, estudando áudio e vamos encontrá-lo mais tarde, quando nosso garoto cacheado de olhos mareados nos dará uma força no som e como roadie.

Pelo fato de já termos marcadas passagens por coletivos de São Paulo e Rio Grande do Sul (capitais e interiores), além do contato com pessoas ligadas à arte em geral ou qualquer manifestação humana que nos soe positiva, tentaremos deixar esse blog atualizado o máximo possível sobre como estão sendo essas trocas de experiência.

First things first, já diriam os conterrâneos de Obama. Pois bem.

Fomos recebidos no aeroporto de Guarulhos por Pedro Pracchia e Fábio Cardelli, ambos do coletivo paulista Escárnio e Osso. Muito comunicativo, Pedro nos acompanhou até o apartamento onde ficaremos hospedados até amanhã, enquanto Fábio lotou seu carro com nossas malas e equipamentos - experimente ter uma banda com percussionista e você vai entender o que eu estou falando. Durante o caminho, começamos a conversar sobre a atuação do Escárnio, e o mais interessante foi perceber a quantidade de pensamentos semelhantes aos do Lumo, e, principalmente, os trabalhos diferentes do que a gente faz.

Entre essas diferenças, existe uma abordagem interessante para trazer arte de produção e consumo gratuitos, trabalhos de amenização de danos nos usuários de drogas, especialização em assessoria de imprensa, e a lista continua aumentando enquanto a conversa vai rolando. São tantas coisas em comum na maneira de pensar algumas coisas e são tantas idéias e trabalhos interessantes, que achamos legal abrir o espaço para a palavra deles mesmos. Passo o teclado. Daqui pra baixo quem fala é o Pedro, ok?

“A cultura só serve se ensinar uma nova forma de fazer feijão”
Trecho de cem anos de solidão – Gabriel Garcia Marquez



Sintético e preciso. Mais, só ao vivo.

4 comentários:

Laura Morgado disse...

Cartolão só ali, vendo tudo... danado!

Raphael disse...

eles fizeram essa pintura sem ser em silk... me esqueci o nome, mas sei que tu sabe, lauritas. é aquele esquema que vao aplicando cor por cor através do corte nas formas. O lugar onde eu, aline e scalia tamos é todo cheio de pequenos e agradáveis objetos pendurados. Violao quebrado e pintado, pedal de guitarra, máscaras... tudo pela parede. Muito massa aqui.

Laura Morgado disse...

stencil? :}
se for, é muito bem feito, viu? bonitão, curtchi!

Raphiro disse...

isso! os caras explicaram como fizeram. n tem mistério, mas tem cérebro pra caralho hehehe